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A edição de 2013 do Festival de Dança de Joinville acabou, mas você pode conferir um pouquinho do evento na própria capital paulista. O Auditório Ibirapuera recebe, no dia 4 de agosto, o espetáculo Noite dos Campeões, programação de encerramento do festival.

Esta é uma oportunidade de o público conferir os destaques da Mostra Competitiva do Festival – nos diversos gêneros.

O Festival de Dança de Joinville é um dos mais importantes eventos do mundo nessa área e agrega o maior número de participantes. Além da Mostra Competitiva, ele conta com workshops, seminários e cursos. Neste ano, o espetáculo Noites dos Campeões e a apresentação da Conferência Dançada no Itaú Cultural foi possível graças à parceria do festival com o instituto e ao patrocínio do Itaú Unibanco.

Dia: 4 de agosto de 2013

Horários: às 19h

Local: Auditório Ibirapuera

Duração: 90 min (aproximadamente)

Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada)

Classificação Indicativa: livre para todos os públicos

Horários da bilheteria

Não abre Segunda-feira.
Terça a Quinta: das 11h às 18h
Sexta: das 11h às 22h
Sábado: das 11h às 22h
Domingo: das 11h às 20h

Telefone: +55 (11) 3629-1075
info@auditorioibirapuera.com.br

12 de outubro de 2012 16:00até14 de outubro de 2012 17:30

Dia: 12, 13 e 14 de outubro
Horários: Sexta, sábado e domingo, 16h
Local: Auditório Ibirapuera
Duração: 90 min (aproximadamente)
Ingressos: GRATUITO. Distribuição na bilheteria do Auditório Ibirapuera, uma hora e meia antes da apresentação
Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos

Balé da Cidade de São Paulo e Pia Fraus em Terra Papagallis!

“Um espetáculo lúdico, rico em cores, em música e em fantasia, que procura mostrar que a dança de qualidade é acessível a todos”, diz organizadora

É onça, é tucano, é arara, é também um mergulho no mar, entre os golfinhos e os cavalos-marinhos. No feriadão do Dia das Crianças (12, 13 e 14 de outubro), o Balé da Cidade de São Paulo e o Pia Fraus apresentam o espetáculo infantil Terra Papagallis!, sempre às 16h, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo.

Na peça, acompanhamos a aventura de Manuela, que veio de um país distante e naufragou em uma terra desconhecida. Ela passeia entre as criaturas do oceano, encontra uma aldeia de índios, conhece os animais da mata tropical.

A parceria reúne, de um lado, a qualidade de uma das melhores companhias de dança contemporânea do mundo e, de outro, uma experiência de 26 anos e 18 espetáculos com o público infantil, a manipulação de bonecos e a dramaturgia corporal.

Segundo Lara Pinheiro, diretora do Balé da Cidade de São Paulo, “nosso grupo se lançou na aventura de realizar com o Pia Fraus um espetáculo lúdico, rico em cores, em música e em fantasia, e assim permitiu ao seu elenco explorar potencialidades novas, transformando todos nós”.

Valores e Dança Contemporânea Acessível

O diretor geral do Pia Fraus, Beto Andretta, tratou dos valores na concepção de Terra Papagallis!: “Esperamos incutir em nossas crianças e adultos o respeito e o carinho pela natureza que o Brasil tem a sorte e a responsabilidade de possuir, assim como a consciência da necessidade de sua preservação e valorização”.

A isso se acrescenta a ampliação do público da dança contemporânea, a partir de um estágio de maturidade que essa arte atingiu em São Paulo. De acordo com Lara, “a intenção é compartilhar cada vez mais essa maturidade, comunicar-se com todos os públicos que a cidade acumula, mostrando que a dança de qualidade em São Paulo está mais perto e acessível a todos”.

10 de agosto de 2012 21:00até11 de agosto de 2012 22:00

Local: Auditório Ibirapuera
Dia: 10 e 11 de agosto
Horários: Sexta e sábado, 21h
Duração: 90 min (aproximadamente)
Ingressos: GRATUITO. Distribuição na bilheteria do Auditório Ibirapuera, uma hora e meia antes da apresentação.
Classificação Indicativa:Recomendado para maiores de 14 anos

Paraíso Perdido e Cidade Incerta

O Balé da Cidade de São Paulo apresenta no Auditório Ibirapuera as coreografias Paraíso Perdido [do grego Andonis Foniadakis, que tem como ponto de referência as pinturas de Hieronymus Bosch (1450−1516)] e Cidade Incerta [do português André Mesquita, que explora a interseção da expressão física com a palavra, a partir da obra de Fernando Pessoa (1888 − 1935)].

Programa:
Cidade Incerta – 30 minutos
intervalo – 15 minutos
Paraíso Perdido – 50 minutos

 

Horários da bilheteria

Não abre Segunda-feira.
Terça a Quinta: das 11h às 18h
Sexta: das 11h às 22h
Sábado: das 9h às 22h
Domingo: das 9h às 20h

Telefone:             +55 (11) 3629-1075
info@auditorioibirapuera.com.br

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CIDADE INCERTA − “Sou um coreógrafo de expressão física e a palavra é parte do meu processo, mas não obedece, necessariamente, uma regra de adição à obra na sua expressão final.” (André Mesquita)“Sendo assim, não evoluo: VIAJO. Vou mudando de personalidade, vou (aqui é que pode haver evolução) enriquecendo-me na capacidade de criar personalidades novas, novos tipos de fingir que compreendo o mundo, ou, antes, de fingir que se pode compreendê-lo. Por isso dei essa marcha em mim como comparável, não a uma evolução, mas a uma viagem: não subi de um andar para outro, segui em planície de um para outro lugar.” (Fernando Pessoa)

Coreografia: André Mesquita
Trilha original: Eduardo Agni
Assistente de coreografia e ensaiadora: Suzana Mafra
Figurinos: Cássio Brasil
Desenho de luz: Wagner Freire
Cenografia: Soraya Kölle
Supervisão musical: Marco Boaventura
Produção musical: Carina Renó
Produção de som: Trilha Original Estúdio
Elenco: Bruno Gregório ou Yasser Díaz, Erika Ishimaru, Fernanda Bueno ou Camila Ribeiro, Gleidson Vigne, Hamilton Felix, Henrique Lima, Igor Vieira ou Bruno Gregório, Jaruam Miguez, Jefferson Damasceno ou Carolina Martinelli, Leonardo Hoehne, Manuel Gomes ou Luana Nery, Roberta Botta ou Paula Miessa, Tutto Gomes ou Carolina Franco, Vivian Navega Dias, Woody Santana.

ANDRÉ MESQUITA − Nasceu em 1979. Teve a sua formação artística em Portugal. A crítica lhe conferiu elogios pela qualidade sensitiva e originalidade de seu trabalho. Apresentou coreografias na Europa e nas Américas.

PARAÍSO PERDIDO − Tendo como ponto de referência as pinturas de Hieronymus Bosch (1450-1516), a coreografia mergulha no peculiar e espetacular universo do pintor para se aproximar da voluptuosa sensação de prazer e sonho luminoso, assim como encarar o desespero, a fúria e a escuridão da natureza humana.Viajando no tempo através de cenas e situações inspiradas em detalhes do trabalho do pintor, o sentimento de um quebra-cabeça onírico se desenrola. Não há uma trilha narrativa precisa. Há o foco no despertar dos sentidos ao redor do universo de Bosch.A natureza da condição humana e os limites da sua fisicalidade são o centro desta criação e o caminho da emoção interna para o gesto externo fortemente unido numa combinação orgânica. Os bailarinos oferecem uma viagem generosa e aventureira, na qual a beleza procura a feiura e a realidade se torna parte do irreal.

Coreografia: Andonis Foniadakis
Música e partitura original: Julien Tarride
Assistente de coreografia e ensaiadora: Kênia Genaro
Design de luz: Guilherme Bonfanti
Concepção cenográfica e vídeo: Andonis Foniadakis e Julien Tarride
Figurinos: João Pimenta
Máscaras: Igor Alexandre Martins
Bailarinos: Andressa Barbosa, Antônio Carvalho Jr., Bruno Gregório, Camila Ribeiro, Carolina Franco, Carolina Martinelli, Cleber Fantinatti, Erika Ishimaru, Fabiana Fornes, Fabio Pinheiro, Fernanda Bueno, Gleidson Vigne, Hamilton Felix, Igor Vieira, Jan Alencar, Jaruam Miguez, Jefferson Damasceno, Henrique Lima, Laura Ávila, Leonardo Hoehne Polato, Liliane de Grammont, Manuel Gomes, Marisa Bucoff , Paty Nunes, Raymundo Costa, Renata Bardazzi, Roberta Botta, Thaís França, Tutto Gomes, Victor Hugo Vila Nova, Vivian Navega Dias, Wagner Varela, Woody Santana e Yasser Díaz.
Pré-profissionais: Luana Nery e Paula Miessa

ANDONIS FONIADAKIS − Cresceu ao sul da ilha de Creta, na Grécia. Trabalhou no Balé Ópera de Lyon, no Saburo Teshigawara/Kara Cia e passou por diversas companhias da Europa e nas Américas. Em 2004, fundou a sua própria, a Apotosoma, em Lyon. É considerado um dos nomes inovadores da dança contemporânea europeia.

BALÉ DA CIDADE DE SÃO PAULO − Fundado em 1968 com o nome de Corpo de Baile Municipal, a companhia tinha como proposta acompanhar as óperas do Theatro Municipal em obras do repertório clássico. Em 1974, sob a direção de Antonio Carlos Cardoso, o balé assumiu o perfil de dança contemporânea, que mantém até hoje. Gradativamente, tornou-se presença destacada no cenário da dança sul-americana, marcando época por inovar na linguagem e pelo elenco afinado.Nos anos 1980, o experimentalismo marcou a trajetória do BCSP. Liderados por Klauss Vianna, os bailarinos eram encorajados a contribuir com as próprias ideias coreográficas que resultaram em trabalhos marcantes como A Dama das Camélias, de José Possi Neto, Bolero, de Lia Robatto, e Valsa para Vinte Veias, de J. C. Violla.A carreira internacional teve início em 1996 na Bienal de Dança de Lyon, França. Desde então, as turnês europeias têm sido aclamadas tanto pela crítica especializada quanto pelo público. Desde 2001, a atuação do Balé da Cidade se estende também a programas de formação de plateia e de ações culturais, principalmente em mostras didáticas pela cidade de São Paulo, partilhando do seu patrimônio artístico. Hoje o BCSP possui em seu repertório obras dos mais conceituados coreógrafos da atualidade e, por sua atuação, recebeu mais de 50 prêmios.

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