Arquivo de setembro 18th, 2012
| 7 de agosto de 2012 10:00 | até | 26 de setembro de 2012 17:00 |
Terça a Domingo, até 07 de Outubro de 2012.
Local: Museu Afro Brasil
Cinquenta anos depois de sua morte, Marilyn (1926-1962) permanece como um fenômeno cultural enigmático, ainda com força para frequentar as capas de revistas, atrair novos biógrafos, inspirar obras cinematográficas e impregnar sua sensualidade em objetos, camisas, bibelôs, cartazes e campanhas publicitárias.
Contemporâneos, inspirados na sedução da estrela, recriam sua imagem.
A exposição contará com fotografias históricas de Marilyn (inclusive as clicadas por Bert Stern), cartazes, objetos que marcam sua presença no imaginário popular, serigrafias de Andy Warhol (1928-1987) e obras inéditas dos artistas plásticos Antônio Miranda, Caíto, CesarePérgola, Claudio Tozzi, Fernando Ribeiro, Futoshi Yoshizawa, Glaucia Amaral, Helena Sardenberg, José de Guimarães, Leonardo Kossoy, NelsonLeirner, Newton Mesquita e Roberto Okinaka, além de um trabalho do artista pernambucano Maurício Nogueira Lima (1930-1999). Um dos destaques é o vestido-instalação “Entre o amor e o pânico”, da artista espanhola Maribel Domènech (com a gravação de “Happy Birthday, Mr. President”, cantada por Marilyn para John F. Kennedy, em 1962).
Acesso: Av. Pedro Álvares Cabral – Portões 03 e 10
Terça a Domingo, 10h00 as 17h00. Entrada Gratuita
Responsável: Museu Afro Brasil
Agendamento de grupos: 3320-8921ou agendamento@museuafrobrasil.com.br |Comunicação: anapaula@museuafrobrasil.org.br
Contato: 3320-8900
Informações: www.museuafrobrasil.org.br
| 22 de agosto de 2012 11:00 | até | 23 de agosto de 2012 20:00 |
Dia: 22 e 23 de agosto
Horários: Quarta, das 11h às 20h30. Quinta, das 11h ás 20h
Local: Auditório Ibirapuera
Duração: 600 min (aproximadamente)
Ingressos: GRATUITO.
Inscrições no site www.riafestival.com.br
Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos
R.I.A. Festival – Reflexão/Interação/Ação
Hoje, vivemos uma cultura digital que não para de se transformar e em que tudo acontece simultaneamente. Nesse contexto, o R.I.A. Festival – Reflexão/Interação/Ação chega para discuti-la.
O evento é composto de painéis e outras atividades e reúne personalidades como Pierre Lévy, Gilberto Dimenstein, Miguel Nicolelis, Benjamim Taubkin e Milton Hatoum, entre outros. Ocorre no Auditório Ibirapuera, nos dias 22 e 23 de agosto, das 11h às 20h30, e é também palco para uma das etapas do Festival de Ideias, ação on-line na qual qualquer cidadão pode exercitar o empreendedorismo em prol da sociedade, promovida pelo projeto Alfabetização Solidária do Centro Ruth Cardoso.
Paralelamente às palestras com especialistas de renome, os participantes terão um espaço para discussão dos temas abordados e um ambiente para ações criativas por meio da arte, dividido em três pilares: a palavra, a imagem e o som.
Para se inscrever gratuitamente, basta acessar o site riafestival.com.br.
As vagas são limitadas.
O Festival é organizado pela Fundação Telefônica Vivo em parceria com o Itaú Cultural e com o Centro Ruth Cardoso, curadoria da ItsNOON.
Horários da bilheteria
Não abre Segunda-feira.
Terça a Quinta: das 11h às 18h
Sexta: das 11h às 22h
Sábado: das 9h às 22h
Domingo: das 9h às 20h
Telefone: +55 (11) 3629-1075
info@auditorioibirapuera.com.br
| 28 de janeiro de 2012 10:00 | até | 28 de janeiro de 2013 18:00 |
Terças a Domingos, das 10h às 18h (até 2013)
Local: Nova sede do MAC: Avenida Pedro Álvares Cabral, 1301
O MAC USP contempla uma nova sede inaugurada no dia 28 de Janeiro de 2012, localizada na Avenida Pedro Álvares Cabral, 1301. Apresenta a exposição “O Tridimensional no Acervo do MAC: uma antologia”, que marca a implantação do novo edifício do MAC USP no Ibirapuera. Embora concisa – a exposição com dezoito obras ocupa apenas o térreo do edifício – a mostra apresenta a crise que atravessam as artes visuais, sobretudo a partir do final da Segunda Guerra, focando sua atenção no esfacelamento do conceito tradicional da escultura ocorrido nas últimas décadas. A mostra trás obras de artistas como Cildo Meirelles, Ângelo Venosa, Maria Martins, Ernesto Neto e Carmela Gross, entre outros.
Entrada gratuita.

Embora concisa – a exposição com dezoito obras ocupa apenas o térreo do edifício – a mostra apresenta a crise que atravessam as artes visuais, sobretudo a partir do final da Segunda Guerra, focando sua atenção no esfacelamento do conceito tradicional da escultura ocorrido nas últimas décadas. Apresentando alguns dados e sublinhando parâmetros que ajudam a compreender a complexidade da arte entre os anos 1940 e o final dos anos 1990, a exposição dá o tom de como o MAC USP pretende propor a série de mostras que, no decorrer dos próximos meses, complementará a implantação do Museu neste novo espaço. As balizas do MAC USP para tal empreendimento são as próprias obras que compõem seu acervo.
A implantação gradual permitirá equipar o Museu dentro das normas museográficas e, ao mesmo tempo, levará ao público a mensagem de que a inauguração de mais uma sede para um museu não deve ser encarada apenas como mais um evento da agenda artística/cultural da cidade. O MAC USP – um museu de arte contemporânea pertencente a uma universidade pública – não deve ser confundido com mais um centro de consumo cultural. Por meio dos estudos que realiza em seus acervos de obras e documentos, o MAC USP desenvolve trabalhos para a ampliação do conhecimento, e suas exposições – que passam a ser apresentadas também nesse novo espaço – deverão intensificar o compromisso do Museu com a necessidade de estender o conhecimento por ele produzido para um público mais amplo.
A exposição apresenta trabalhos dos seguintes artistas: Frida Baranek, Eduardo Climachauska e Paulo Climachauska, Sérvulo Esmeraldo, Carlos Fajardo , Carmela Gross , Liuba Wolf, Maria Martins, Cildo Meireles, Henry Moore, Ernesto Neto, Gustavo Rezende, Chihiro Shimotani, François Stahly, Sofu Teshigahara, Ângelo Venosa, Ales Villegas, Franz Weissmann e Haruhiko Yasuda.


